Barron, filho de Trump, "salvou a vida" a amiga com chamada para Londres
- 23/01/2026
Ainda que a mais de cinco mil quilómetros de distância, o filho mais novo de Donald Trump, Barron, parece ter "salvado a vida" a uma jovem, em Londres, no Reino Unido. Tudo aconteceu a 18 de janeiro do ano passado, mas o caso está agora a ser julgado em tribunal, no Reino Unido.
Segundo o que explica a imprensa internacional esta quinta-feira, Barron Trump estava nos EUA quando ligou para as autoridades britânicas a pedir ajuda depois de ter recebido uma videochamada onde viu a vítima a ser agredida.
Sem se identificar, Barron, agora com 19 anos, ligou para o serviço de emergência britânico e disse, dando depois a morada da mulher, que não foi identificada por questões legais: "Estou a ligar dos EUA e recebi agora a chamada de uma rapariga. Ela está a ser agredida."
Do lado de lá, o operador perguntou qual era o nome da mulher que estava a ser agredida e Barron respondeu. Mas o operador continuou a fazer perguntas, nomeadamente, sobre como é que Barron e a vítima se conheciam: "Acho que isso não importa, ela está a ser agredida."
Numa conversa que, ainda assim não deverá ter demorado um minuto, de acordo com a imprensa internacional, Barron foi repreendido pelo operador: "Pode parar de ser indelicado e responder às minhas perguntas? Se quer ajudar esta pessoa, tem de responder às minhas perguntas de forma clara. Como é que a conhece?"
Barron acabou por explicar que se conheceram pelas redes sociais e, questionado novamente, disse que desconhecia a pessoa que a estava a agredi-la. "Ela está a ser agredida de forma muito violenta. A chamada que me fez foi há oito minutos. Não sei o que pode já ter acontecido", apontou.
A transcrição termina com todas as questões respondidas e um pedido de desculpas por parte de Barron: "Peço desculpa pela minha indelicadeza."
Da chamada às acusações: Que caso é este?
A publicação britânica Metro, uma das que revelou a transcrição das chamas, deu conta de que o procurador do caso adiantou que o alegado agressor, Matvei Rumiantsev, é o ex-namorado da vítima, que teria ciúmes da amizade da jovem com o filho de Trump.
Segundo o procurador, Rumiantsev, de 22 anos, ficou furioso depois de a jovem ter recebido, mais cedo nesse mesmo dia, uma chamada de Barron.
Rumiantsev está acusado de agressão, lesões corporais, dois crimes de violação e estrangulação. Nega todas as acusações. Terá ligado a Barron durante a agressão, mostrado a cara dela e depois atirado a jovem ao chão, dizendo-lhe: "Não mereces nada."
De acordo com o Metro, as imagens captadas pelas câmaras corporais mostram os agentes a dizer à vítima que alguém ligou dos EUA, ao que a jovem responde: "Sou amiga do Barron Trump, filho do Donald Trump."
Os agentes pediram depois à mulher para lhe telefonar, por forma a conferir a veracidade, ouvindo-se a vítima a perguntar: "Barron, telefonaste à policia?"
E do lado de lá, responde Barron: "Ela ligou-me. Atendi o telefone à espera de um olá ou assim. Vi o teto e ouvia-a a gritar. Vi a cara do rapaz na câmara e depois a câmara foi apontada para ela, que chorava e estava a ser agredida."
A vítima contou ainda que Rumiantsev, que já foi praticante de Artes Marciais Mistas [MMA], a violou duas vezes - uma em novembro e outra antes do ataque, que aconteceu por volta das 2h de Londres.
Em tribunal, a mulher insistiu, quando foi acusada pela defesa de "inventar toda esta história": "Ele [Barron] salvou-me a vida."





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