China acusa 115 altos funcionários de corrupção em 2025
- 17/01/2026
Estes números foram divulgados pela Comissão Central de Controlo Disciplinar (CCDI) do Partido Comunista da China (PCCh) e pela Comissão Nacional de Supervisão, a agência anticorrupção do país asiático.
"Durante o último ano, a rigorosa campanha anticorrupção da China avançou sem descanso, e as autoridades prometeram 'não parar nem recuar' enquanto mantêm o seu esforço para erradicar a corrupção e a má conduta", apontou a Xinhua.
Durante a quinta sessão plenária da CCDI, realizada na última segunda-feira em Pequim, o atual secretário-geral do PCC e presidente da China, Xi Jinping, instou a "impulsionar uma auto governação abrangente e rigorosa" do Partido, com "padrões mais elevados e medidas mais concretas".
O mandatário pediu para "prosseguir a luta anticorrupção com maior clareza e determinação", para "garantir o cumprimento das metas e tarefas" do décimo quinto plano quinquenal (2026-2030), no qual Pequim estabeleceu a autossuficiência em matéria tecnológica como prioridade perante a guerra comercial com os Estados Unidos.
"A luta contra a corrupção é uma batalha decisiva que o Partido não pode perder", enfatizou Xi, que afirmou que a situação atual nesse assunto é "grave e complexa" e que o trabalho de "eliminar o terreno fértil e as condições" que geram a corrupção "continua a ser árduo".
Após a sua chegada ao poder em 2012, Xi lançou uma campanha anticorrupção na qual numerosos altos funcionários foram condenados por aceitar subornos milionários.
Embora esta ofensiva, uma das suas campanhas estrela, tenha revelado importantes casos de corrupção no seio do PCC, alguns críticos apontam que ela também poderia estar a ser usada para afastar rivais ou detratores políticos.
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