Partido dos Trabalhadores do Curdistão promete resistir à ofensiva
- 20/01/2026
Karayilan dirigindo-se aos curdos sírios disse que o partido não vai abandonar a população referindo-se ao ataque das forças do novo Governo de Damasco em Rojava, nordeste da Síria.
Para o mesmo dirigente, a ofensiva de Damasco visa todo o Curdistão assim como afeta, de forma grave, o processo de paz iniciado por Ancara com o líder histórico do PKK, Abdullah Ocalan.
O dirigente curdo está detido na Turquia desde 1999.
O Governo turco, aliado da nova liderança síria que derrubou Bashar al-Assad em dezembro de 2024, está empenhado no acordo negociado com os combatentes do PKK.
O responsável curdo, Murat Karayilan, acusa as autoridades de Damasco, na Turquia, e o grupo radical Estado Islâmico de apoiarem a ofensiva síria "no âmbito de um acordo internacional".
Na segunda-feira, apesar do frio e da neve, cerca de 600 pessoas concentraram-se em Diyabarkir (sudeste da Turquia) para protestarem contra a ofensiva de Damasco, antes de serem dispersadas à força pela polícia.
O partido pró-curdo DEM, o terceiro maior partido do Parlamento turco, convocou um comício para terça-feira na cidade de Nusaybin, situada junto à fronteira entre a Turquia e a Síria.
Leia Também: Registados novos confrontos após acordo entre Damasco e força curda





.jpg)






















































